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Ball produz latas com mais de 75% de alumínio reciclado na América do Sul

Em maio deste ano, foi anunciado um marco histórico da reciclagem no Brasil: pela primeira vez, 100% das latas de alumínio produzidas foram recicladas, segundo a Abralatas. Na prática, entende-se que todas estas embalagens foram descartadas de maneira correta, destinadas à reciclagem e, então, transformadas em novas latinhas, prontas para ocupar prateleiras e disponíveis para consumo – um exemplo perfeito de economia circular.

O caminho até esta conquista foi longo e envolve uma soma de fatores que colocam a reciclagem do alumínio no país como consistente. Enquanto o Brasil registra aumento de 80% no consumo da latinha em uma década (2011 a 2021), estando entre os três maiores fabricantes da embalagem em todo o mundo, o país também registra taxas de reciclagem acima dos 90% há anos. O fato de a embalagem ser total e infinitamente reciclável é importante, mas toda a cadeia é fortalecida com uma cultura de reciclagem da embalagem que vai desde a fabricação da lata de maneira responsável, até o trabalho dos catadores e das empresas recicladoras. Hoje, cerca de 75% de todo o alumínio já produzido no mundo ainda está em circulação.

Em missão de descarbonização de seus negócios, a Ball Corporation, principal fabricante de latas de alumínio no mundo, destaca o mercado brasileiro como um dos mais avançados em suas metas globais de sustentabilidade: “Junto com nossos objetivos divulgados em 2021, também lançamos nossa visão para a indústria que propõe um trabalho em conjunto entre marcas, varejistas e fabricantes de embalagens de alumínio, para fazer com que estes recipientes atinjam um índice de reciclagem global de mais de 90% e uma média de conteúdo reciclado por embalagem de até 85%. O Brasil é um mercado que caminha à frente e serve como exemplo, com taxa de 100% de reciclagem e contribuindo para o marco que já alcançamos na América do Sul de, hoje, trabalharmos com latas produzidas com mais de 75% de alumínio reciclado por unidade”, declara Estevão Braga, Diretor de Sustentabilidade da Ball para América do Sul. Recentemente, a empresa divulgou o seu Plano de Transição Climática para o cumprimento de metas 2030 e 2050, listando possíveis e cenários e ações para contribuir com um mundo mais sustentável em acordo, também, com o Pacto Global da ONU.

Como parte da cadeia, o consumidor assume um papel importante nesta jornada que, apesar de otimista, ainda tem um caminho a ser trilhado. Com cada vez mais categorias de bebidas disponíveis na latinha – como água, drinks, vinho, café, além dos já tradicionais sucos, refrigerantes, energéticos e cervejas –, uma simples decisão feita nos corredores do mercado pode significar um impacto positivo para uma cadeia que se mostra cada vez mais fortalecida, baseada em um material sustentável que permite a conciliação da vida humana com o meio ambiente de maneira saudável.

Fonte: Edelman